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Circulando no mercado editorial / março

Mais um título da extraordinária escritora equatoriana Mónica Ojeda que acaba de ser publicado em espanhol será publicado pela Autêntica Contemporânea, selo da Autêntica Editora, o livro Chamanes Eléctricos en la Fiesta del Sol (título original). A obra chegará contará com a tradução de Silvia Massimini Felix que também assina as traduções de Mandíbula e Voladoras.


Agora em março sairá pela Estação Liberdade Para Isabel: uma mandala, romance póstumo do autor italiano Antonio Tabucchi, traz uma trama vibrante que engenhosamente progride ao estilo de um quebra-cabeças, com uma aura detetivesca e metafísica.


Você lembrará seus nomes: Antologia de poetas negras dos Estados Unidos do século XX por Lubi Prates saiu agora em janeiro pela Bazar do Tempo. Audre Lorde, Alice Walker, bell hooks, Maya Angelou e, recentemente, Gwendolyn Brooks, são autoras já conhecidas e publicadas no Brasil. A poeta Lubi Prates traz, com a organização desta antologia de mulheres negras estadunidenses, novos nomes que merecem ser conhecidos, lidos e reivindicados: Angelina W. Grimké, Gwendolyn Bennett, Jayne Cortez, June Jordan, Lucille Clifton, Amina Baraka, Nikki Giovanni, Pat Parker, Wanda Coleman, Cheryl Clarke, Rita Dove, Nikky Finney e Harryette Mullen.


2024 é ano de comemoração de 10 anos da Editora Mundaréu. Destaque para o lançamento Os dias perfeitos, de Jacobo Bergareche, publicado na Espanha em 2021, o romance narra o relacionamento íntimo entre um jornalista espanhol e uma arquiteta mexicana, ambos casados, que se encontram em Austin uma vez por ano. Ficamos no aguardo das obras que estão no prelo: LEITURA FÁCIL, “livro premiado e provocativo da espanhola Cristina Morales, protagonizado por quatro mulheres com deficiências intelectuais, imaginando o contraste entre suas vidas e a maneira como se expressam” e dos títulos que irão compor o Manjuba, selo que inaugura as publicações de não ficção da casa sob a coordenação do editor Michel Landa: o francês Éric Vuillard, de “A Ordem do Dia”, e o italiano Antonio Scurati, da saga “M”, sobre Benito Mussolini.”

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